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Igreja católica X pecados no trânsito

Ninguém ignora a importância, a força e a influência da igreja católica em nossa sociedade. A sua grande mensagem é uma permanente lembrança de que, embora sejamos dotados de grande inteligência, devemos fazer dessa inteligência um instrumento de crescimento e evolução, sobretudo a evolução moral e espiritual.

Quando estamos na via pública, estamos interferindo no trânsito, seja como pedestre, como ciclista, como condutor de um veículo ou mesmo como simples passageiro. Temos direitos e deveres e, assim, a nossa conduta imprudente no trânsito pode ser entendida como uma ofensa ao bem comum, que, além de uma multa, pode ser considerada um pecado, um pecado contra a nossa consciência.

A notícia que saiu nos jornais, sobre os dez pecados no trânsito, diz que se trata de um documento longo, do qual só foi veiculada uma pequena parte, mas qualquer medida que se tome para conscientizar as pessoas quanto ao comportamento adequado no trânsito é válida e merece ser discutida.

Não é demais lembrar que, no trânsito, os indivíduos egoístas tendem a deixar aflorar os sentimentos mais primitivos, sendo costumeiros os xingamentos, os muitos palavrões, os gestos de grosseria e até as agressões.

O gabinete do Vaticano emitiu os “10 mandamentos” para os motoristas. Confira quais são eles abaixo:

1. Não matarás.

2. A estrada deve ser para ti um meio de conexão entre pessoas e não um local com risco de vida.

3. Cortesia, sinceridade e prudência te ajudarão a lidar com eventos imprevistos.

4. Seja caridoso e ajude o próximo em necessidade, especialmente vítimas de acidentes.

5. Carros não devem ser para ti uma expressão de poder e dominação, e uma ocasião para pecar.

6. Caridosamente convença os jovens e os não tão jovens a não dirigir quando não estiverem em condições de fazê-lo.

7. Ajude as famílias de vítimas de acidentes.

8. Una motoristas culpados e suas vítimas, no momento oportuno, para que possam passar pela libertadora experiência do perdão.

9. Na estrada, protegeis os mais vulneráveis.

10. Sinta-se responsável pelos outros.

fonte: Estadão

Todas as igrejas, de todos os cultos, deveriam, sim, discutir com os seus seguidores a questão do trânsito, já que elas estão inseridas e fazem parte ativamente da sociedade, cabendo conscientizar e educar os seus fiéis e seguidores para comportamentos e atitudes seguras e responsáveis no trânsito.

Pouco adianta aos olhos de Deus a atitude hipócrita de quem muito reza e não é ético, não é educado e responsável no trânsito. A ética é obedecer os sinais de trânsito, mesmo que não exista um guarda para nos fiscalizar.





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