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Sincretismo religioso: O VALE DO AMANHECER

PERGUNTE E RESPONDEREMOS 395/abril 1995


Em síntese: O Vale do Amanhecer é uma vila religiosa situada a 50 km do Plano Piloto de Brasília, contando com uma população fixa de 4.000 pessoas. Nessa Vila há um grande Templo, de índole espírita esotérica, 700 residências, um Orfanato para 200 crianças, restaurante, lanchonete, pequeno comércio… A fundadora da Congregação religiosa é a Sra. Neiva Chaves Zelaya (Tia Neiva), falecida em 1985. Como se diz, recebia mensagens de “espíritos desencarnados”, sendo o principal o Pai Seta Branca.

O espiritismo esotérico do Vale do Amanhecer é enriquecido por grande número de símbolos e ritos, que o kardecismo não conhece. A mensagem doutrinária é muito pobre; a finalidade da Congregação é manter comunicação com as numerosas falanges de “espíritos desencarnados”, que ajudam os pacientes a resolver seus problemas de ordem física e moral. Os devotos do Vale acreditam muito em fluidos e energias benéficas ou maléficas, e lutam para afastar as ondas más e atrair as salutares. O Vale do Amanhecer é espécimen típico de religiosidade fantasiosa, totalmente desligada de raciocínio e senso crítico.

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No Distrito Federal, a cerca de 50 km do Plano Piloto de Brasília, na zona rural de Planaltina, existe o acampamento-santuário chamado “O Vale do Amanhecer”. Consta de 22 alqueires, em forma de um triângulo, delimitado por dois córregos e a rodovia DF-15. Nesse terreno foram construídos o Templo do Amanhecer, o conjunto iniciático dito “Unificação” e cerca de 700 residências, com restaurante, lanchonete, oficinas, pequenas lojas comerciais… Há também aí um Orfanato com cerca de 200 crianças (Lar das Crianças de Tia Neiva). O total da população fixa sobe a 4.000 pessoas.

O Templo tem forma elíptica e cerca de 2.400 metros de área coberta; foi construído, até em seus mais simples traços, por inspiração dos mentores do espaço postos em comunicação com a vidente Tia Neiva (como dizem). Permanece aberto durante as 24 horas do dia, havendo pronto atendimento para quem o procure. O ritual tem inicio todos os dias às 10 horas da manhã e prossegue até a saída do último cliente, não raro por volta da meia-noite. Os dias de “Trabalho Oficial”, em que há maior afluência do público, são quarta-feira, sábado e domingo.

A vila e a obra do Vale do Amanhecer têm em suas origens uma vidente chamada Neiva Chaves Zelaya (Tia Neiva), 1925-1985. Esta, por sua vez, diz ter sido orientada por espíritos superiores “desencarnados”, dos quais o principal é o Pai Seta Branca.

Examinemos, pois, estes dois personagens, muito caros aos habitantes do Vale do Amanhecer.([1])

1. A VIDENTE “TIA NEIVA”

Neiva Chaves Zelaya nasceu em Própria (SE) aos 30/10/1925. Do seu casamento teve quatro filhos: Gilberto, Carmen Lúcia, Raul Oscar e Vera Lúcia.

Viúva, mudou-se para Brasília, onde exerceu as funções de motorista profissional. Embora só tenha estudado até o terceiro ano primário incompleto, era de têmpera.forte e decidida.

Professava fervorosamente o Catolicismo, quando em 1957 começou a ver e ouvir espíritos, como relatam os biógrafos… A princípio não quis dar crédito a essas intervenções do além; mas eram tão insistentes e persuasivas que acabou por se convencer de que tinha uma missão a cumprir na qualidade de médium espírita: devia, por ordem dessas entidades superiores, implantar um sistema doutrinário, “alicerçado sobre os princípios da doutrina de Jesus, o Grande Mestre”, e destinado a fazer o bem na terra pela “cultura desobsessiva”.

Mudou-se do Núcleo Bandeirantes para a cidade de Alexânia (GO), onde fundou a União Espiritualista Seta Branca (UESB). Adoeceu, porém, de tuberculose — o que não impediu que recebesse a consagração do alto (como dizem); esta lhe terá proporcionado “a estrutura compatível para agasalhar as culturas ritualísticas, concebidas pelos Mentores Espirituais”; no plano espiritual passou a ser conhecida como Koatay.

Aos 09/09/1969 chegou ao local que seria conhecido como o Vale do Amanhecer; as entidades superiores lhe revelaram e revelariam o que fazer ali e como o fazer. Assessorada por muitos colaboradores, seus filhos espirituais, Tia Neiva foi coordenando a construção do santuário, que chegou à sua fase final em dezembro de 1991. Deixou várias cartas e instruções aos seus seguidores.

“Ela vivia e operava em vários planos simultaneamente, e com plena consciência em cada um desses planos. Ela podia visualizar o passado e o futuro e manifestar sua visão em termos racionais; podia ver e conversar com seres de outras dimensões, tanto dos Planos Superiores como dos planos inferiores da nossa condição da Terra. Vivia na personalidade e na individualidade ao mesmo tempo.

Nós, os seres comuns, vivemos na personalidade e apenas vislumbramos a nossa individualidade em parcos fenômenos mediúnicos… Ela era Médium Universal, isto é, tinha todas as mediunidades conhecidas das ciências mediúnicas…

Ela conhecia toda a iniciática fundamental, os alicerces de todas as religiões e operava fenômenos que a habilitavam a iniciar outros seres humanos” (PSB,p. 12s).

Entre os grandes mestres de Tia Neiva, contam os biógrafos um monge budista de nome Umahã, Mãe Neném, Mãe Yara e, principalmente, Pai Seta Branca… Apesar de instruída por mestres de diferentes origens, Tia Neiva pretendia ensinar a doutrina de Jesus Cristo, como se lê em TN p. 13:

“Meus filhos, nunca se esqueçam de que a nossa doutrina é a mesma doutrina de Jesus, o Grande Mestre, e a doutrina de Jesus não divide”.

Na verdade, a mensagem doutrinária da vidente é simples e pobre de conteúdo. Como o espiritismo em geral, ela se ocupa mais com os “desencarnados” e com a ética do comportamento do que com o próprio Deus. O que impressiona no contato com tal mensagem é a exuberância de falanges espirituais, que os videntes julgam aparecer no Vale do Amanhecer; essas falanges de espíritos são representadas na Terra por homens e mulheres, que vestem trajes correspondentes, de cores variadas, com capas, bonés, mantos, etc.

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2. A FIGURA DO PAI SETA BRANCA

“Todos os anos, nas últimas horas do dia 31 de dezembro, Pai Seta Branca, o Guia Espiritual do Vale do Amanhecer, nos dá sua mensagem de fim de ano” (PSB, p.5).

E quem é Seta Branca? ([2])

É, como dizem, um espírito que já passou por várias encarnações; não se encarnará mais; todavia tem um resto de missão a cumprir junto a Tia Neiva e ao Vale do Amanhecer.

Mais precisamente: Seta Branca é um espírito de luz, grande missionário, que, há milênios, exerce uma missão específica: socorrer a humanidade em seus momentos de transição.

2.1. Na Estrela Candente sobre os Equitumans

A primeira manifestação desse espírito deu-se há 32,000 anos aproximadamente. Surgiram então na Terra missionários vindos de outro planeta chamados “equitumans”; eram homens e mulheres com 3 a 4 m de altura; chegaram em naves ditas “chalanas”. Habitaram a região da Cordilheira dos Andes; durante dois mil anos a sua civilização dominou toda a Terra de então. Acontece, porém, que um cataclismo os fez desaparecer repentinamente. Sim; uma nave dita “Estrela Candente”, vindo do espaço sideral, circulou sobre a Terra e provocou explosões diversas, sepultando o núcleo central dos Equitumans; o lago Titicaca, entre a Bolívia e o Peru, é resultado dessas explosões. Ora o comandante dessa façanha realizada com a bênção de Deus foi um mestre planetário, chamado “Seta Branca”; ele comandava a “Estrela Candente”.

2.2. O Tumuchi

Mais ou menos cinco mil anos após o desaparecimento dos Equitumans, apareceu na Terra outro grupo missionário de extra-terrestres: os Tumuchis. Eram homens e mulheres de grande beleza física, que não tinham filhos e cuja vida durava duzentos anos. Eram cientistas e artesãos, que vinham explorar cientificamente as energias planetárias; constituíram grandes usinas de integração e desintegração das energias. Moviam-se na superfície da Terra com naves próprias, utilizando mapas do mundo e cartas astronômicas perfeitas. A sede da sua civilização era uma área hoje recoberta pelo Oceano Pacífico, tendo ficado visível apenas um pequeno ponto desse território: a ilha de Páscoa. São vestígios dos Tumuchis as ruínas de Machu-Pichu, as pirâmides do Egito, do México e outras.

O grande responsável por essa missão foi o espírito de luz, revestido de roupagem tumuchi, que hoje se chama Seta Branca.

2.3. O Jaguar

Outros cinco ou seis mil anos se passaram. A Terra já se povoara; a sua geologia já se tornara a de hoje. O problema já não eram montanhas e mares (como no caso dos Equitumans) nem eram as energias planetárias (caso dos Tumuchis); era disciplinar as populações do mundo. Vieram então a este mundo os missionários jaguares, cujo símbolo era a figura estilizada dos felinos (gato e animais afins). O Jaguar-chefe era o espírito que habitava um corpo hercúleo e que se chamaria depois Seta Branca.

2.4. São Francisco de Assis

Por fim, chegou a era de Cristo, que ocupa os dois últimos milênios. A tônica dessa era é o Amor. Ora numa pequena cidade da Úmbria chamada Assis viveu o apóstolo do amor, que se chamou Francisco de Assis. O espírito que habitava o corpo do poverello era de um veterano deste planeta; já havia comandado a Estrela Candente; já tinha sido o Grande Tumuchi; fora também o Jaguar-chefe; no século XIII ele foi Francisco de Assis! No século XVI, ele se chamaria Seta Branca.

2.5. O Cacique

A região dos Andes ainda dormitava nos resíduos de civilizações anteriores, quando lá chegaram os europeus no século XVI. Na linha que hoje é a fronteira entre o Brasil e a Bolívia, havia uma tribo de indígenas; seu chefe era alto, bronzeado, e tinha o olhar penetrante dos espíritos veteranos do planeta.

Os conquistadores espanhóis avançavam, dizimando a população inca; especialmente uma população aborígene se sentia ameaçada; pelo que houve por bem recorrer ao Cacique da linha de fronteira. Este se dispôs a atender aos indígenas, enfrentando os espanhóis com oitocentos guerreiros. Ele pouco falava e nos seus olhos se refletia a luz da experiência de muitos milênios; seu espírito trazia a herança dos imortais Equitumans, a ciência dos Tumuchis e a bravura dos jaguares. Seu coração, porém, era impregnado do amor e da sabedoria de Jesus.

Todos o amavam. Um dos seus guerreiros preparou-lhe uma ponta de presa de javali e com ela armou a lança do chefe. A alvura dessa ponta de lança passou a caracterizá-lo, de modo que lhe foi dado o nome de “Cacique da Lança Branca” ou “Seta Branca”; no Vale do Amanhecer ele preside com o título de “Pai Seta Branca.

Afinal os guerreiros de Seta Branca e os espanhóis se defrontaram em clima de tensão e morte. Todavia Seta Branca não atirou; apenas discursou em língua que os espanhóis não entendiam; levantava sua lança de ponta alva e, segurando-a com as duas mãos, em forma de oferenda iniciática, fez que todos os olhos se erguessem para o céu. Em conseqüência, sobre o campo de batalha foi-se criando um clima de paz e tranqüilidade; a maioria dos guerreiros foi-se ajoelhando. Quando Seta Branca terminou sua invocação, fez-se profundo silêncio e, aos poucos, os espanhóis foram-se retirando… A força espiritual de Seta Branca salvara aqueles guerreiros, mostrando a supremacia da força do amor sobre a força bruta!

2.6. Tia Neiva

O segundo milênio da era cristã aproxima-se do fim. “A Escola do Caminho organiza as provas finais de quase dois mil anos de lições. Os Mestres Planetários preparam as baterias para os exames finais. Os alunos sofrem a expectativa de fim de curso e espíritos ansiosos aguardam o término da jornada. Outros, do lado de fora, fazem o vestibular para ingresso na Escola da Vida do Planeta Terra.

Humildes trabalhadores enfrentam os testes para verificar sua eficácia.

Seta Branca, superada sua faixa encarnatória, mas sempre no comando da Missão, prepara um emissário, um Ser Humano capaz de transmitir sua mensagem.

Em 1925 nasce no Brasil uma menina que se chamou Neiva.

Em 1957, com 32 para 33 anos, revela-se a sua Clarividência.

Em 1959 ela dá início à sua Missão, a Missão de Seta Branca.

Ela se liga à experiência de muitos milênios, sintetiza seus conhecimentos, atualiza-se com o Mestre Umahã no Tibé. Recebe a força dos Equitumans, a Ciência dos Tumuchis e atualiza os Jaguares.

Adaptando o trabalho das antigas civilizações ao homem do século XX, ela cria a figura inovadora do Doutrinador e coloca em funcionamento a Corrente Indiana do Espaço com seus raios e suas linhas.

Mais uma vez Seta Branca está em ação, desta vez através da clarividente Neiva.

3. A DOUTRINA

Quem folheia os impressos do Vale do Amanhecer, encontra poucas notícias sobre Deus e seus atributos. A mensagem tem caráter ético e terapêutico. Aliás, lê-se explicitamente à p. 186 de TN:

“A meta fundamental do Vale do Amanhecer e sua doutrina é a Cura Desobsessiva”.

Os ensinamentos da Congregação têm em vista formar Médiuns (APARÁ) que incorporem espíritos, e Doutrinadores que não incorporem. Verifica-se que o grande afã desses médiuns é liberar os pacientes de males físicos (doenças) e morais (vícios). Eis o que se lê à p. 184 de TN:

“A Linha-mestra de ensinamentos adotados no Vale do Amanhecer situa-se na síntese da Doutrina de Jesus, o Grande Mestre: Humildade (de tratamento), Tolerância (de compreensão), Amor (incondicional)…

Falamos de uma ciência. Expomos aqui a única maneira segura do individuo transitorio, temporário, simplesmente transformista, personalizado para uma encarnação, para melhor assegurar-se do caminho de encontro com a sua individualidade transcendental, portanto de garantir ou conquistar sua condição de retorno à integração de sua própria realidade espiritual, ao seu Eu…

Nada se cobre pelo atendimento. Não se faz proselitismo. Não se permitem críticas ou censuras a quaisquer doutrinas ou religiões.

O livre arbítrio é rigorosamente preservado. A posição do Vale é apolítica; porém, fora da comunidade os médiuns cumprem seus deveres de cidadãos, votando ao curso da vontade íntima.

O Vale não dispõe de alguma forma tradicionalmente usada para captação de recursos financeiros, nem mesmo através do corpo mediúnico (adeptos).

Quanto à participação dos médiuns nos Trabalhos Doutrinários, freqüentam em manifestação espontânea, quando possível, devendo sua freqüência no Vale não interferir em sua vida profissional ou familiar.

Não se utiliza algum tipo de tratamento que não seja através de Manipulação de Energias, bem como não se interfere alterando ou orientando uso de remédios. Estando evidentes no paciente problemas de origem física, recomenda-se que procure a medicina da Terra.

O paciente, ao passar nos Trabalhos, conformando-se à necessidade de um Desenvolvimento, é orientado para que procure um lugar de sua preferência, nunca induzido a este ou aquele” (pp. 184s).

Como se vê, a linguagem é obscura; entende-se que os trabalhos dos agentes do Vale têm por fim levar cada indivíduo à sua plena auto-realização. — Algumas regras orientam esses trabalhos:

“A base de ação do médium é a Energia Mediúnica (Força Vital, Ectoplasma…), que, impregnada pelo álcool fica inutilizada por determinado período… O fator predominante das recomendações é puramente técnico. Não existe um só fator no Vale do Amanhecer que tenha sido derivado de pesquisas em livros ou resultado de discussões filosóficas. Todo o sistema foi trazido pela clarividente Neiva, direta dos Planos Espirituais.

Todos os componentes iniciais que determinam rituais são utilizados, como: cores, imagens, sons, movimentos… alguns com parcial semelhança de outros grupos, não indicando propósito filiativo” (pp. 185s).

4. CONCLUSÃO

A Congregação do Vale do Amanhecer apresenta-se como uma forma de espiritismo dotado de linguagem e símbolos próprios, que lhe dão aparato mais atraente e insinuante do que o do espiritismo kardecista. Não tem conotações africanas, mas algo de indiano (o mestre Umahã terá falado a Tia Neiva). A filosofia religiosa dos adeptos da Congregação é quase inexistente; o que se percebe é um forte sentimento religioso, dado à fantasia e à criatividade, mas desligado de preocupações racionais ou intelectuais; falta-lhes, por completo, o senso crítico — o que ocorre não raro em pessoas de pouca instrução.

Dirá alguém: mas muitos homens e mulheres de classe média e alta vão pedir benefícios espirituais e materiais aos médiuns do Vale. — Respondemos: tais pessoas devem ter certo nível intelectual no plano da sua profissão e da cultura em geral; não o têm, porém, no tocante à religião; o seu senso religioso se deixa guiar pelas emoções e os sentimentos. Não é raro assistirmos, no Brasil, ao divórcio entre a formação profissional de alguém e a sua formação religiosa.

Pode-se lamentar que todo o entusiasmo místico existente no Vale do Amanhecer seja destituído de qualquer orientação da lógica e da razão. A Teologia ensina que, para crer como ser inteligente, o homem precisa de credenciais, isto é, precisa de saber por que há de crer…, e por que há de crer nisto ou naquilo e não naquilo outro… Seria oportuno que os visitantes do Vale do Amanhecer colocassem a si mesmos tais perguntas antes de resolver consultar os médiuns do Vale. A fé muito se beneficiaria.


[1] A nossa descrição apoiar-se-á em duas obras editadas pela própria Editora Vale do Amanhecer: “Tia Neiva. Autobiografia Missionária” (citado como TNJ e “Mensagens de Pai Seta Branca” (PSB).

[2] As respostas serão todas tiradas do livro PSB, sem que haja intenção de abonar o que será dito.





3 Elogios!

michel - 16/08/2011 (#):

na busca enseçante do meu eu interior encontrei no vale o amor de cristo que tanto procurava.

Arístocles - 25/01/2012 (#):

É muito difícil entender o que é o movimento do Vale do Amanhecer apenas pelo conhecimento cerebral. Muito menos ter uma pálida idéia de quem é o Pai Seta Branca apenas aguçando a curiosidade pelas suas supostas encarnações na Terra. Creio que o Pai Seta Branca só pode ser melhor definido por aqueles que tiveram o privilégio de aproximar-se de sua santa presença e receberem uma migalha de suas demonstrações de Amor Incondicional, ou então, através de um poder incomum, conseguiram vislumbrar o halo róseo de luz Crística que o envolve e admiraram-se respeitosamente do quanto ele está avançado em evolução espiritual quando comparado conosco, simples mortais!
O movimento espiritualista do Vale do Amanhecer certamente será sintéticamente definido para quem ainda não o conhece bem será fizermos uso das palavras de Jesus Cristo a Judas Iscariotes:
“ABRA OS SEUS OLHOS E O CORAÇÃO, NÃO A MENTE!”

Lourdinha - 01/03/2013 (#):

encontrei essa doutrina quando mais precisava de ajuda espiritual,e encontrei amor humildade e caridade.hoje agradeço a Deus por fazer parte dela,e ajudar na lei do auxilio os mais necessitados.

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